Fotos: Nem São Pedro para a Kaballah

Em março do ano passado, após ter uma de suas festas embargadas, nasceu a frase “Ninguém para a Kaballah” e esse tema foi comprovado nessa última edição, nem São Pedro conseguiu parar a Kaballah.

A garoa não deu trégua para as quase dez mil pessoas, que mesmo sem lugar para se abrigar (por uma falha do fornecedor, a festa ficou sem cobertura nenhuma em seus stages) pularam com suas capas transparentes, azuis, amarelas e até guarda chuvas (exceto os da oakley, já que esses levaram apenas para se mostrar) ao som de grandes projetos como Julian Jeweil, Stephan Bodzin, 1200 Mic + Raja Ram + Chicago, Symphonix, True Lies e Riktam & Bansi.

Há tempos que uma festa considerada comercial não me fazia pular do inicio ao fim, a energia do público embaixo da chuva, sem se preocupar com os tênis sujos ou com as horas perdidas em frente ao espelho com a chapinha, era contagiante. Essa energia com pitadas de True Lies e uma porção de Riktan & Bansi tocando Growling no final fizeram valer o nome Kaballah.

Senti falta apenas de uma decoração, seja ela hi-tech (como nas últimas edições) ou até mesmo com panos como me acostumei em ver em festas como Respect, Mystic Tribe e Magic Paradise, falta das luzes invadindo as pistas e fazendo mentes viajarem para os lugares mais distantes que essas mesmas mentes possam imaginar. Mas quem sabe em uma próxima edição eu não possa rever um Cocoon Stage como o das fotos abaixo (edição de junho/09).

Quer ver um pouco mais da edição de 7 anos? Veja as fotos.

 

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